Precisamos definir quais áreas de infraestrutura o clube deve ter no FootSim. A ideia é que infraestrutura não seja apenas “upar CT para melhorar tudo”, mas um conjunto de áreas com funções claras, escolhas estratégicas e trade-offs bem definidos.
Cada área deve afetar sistemas diferentes. Por exemplo: o Centro de Treinamento pode ajudar o elenco profissional a evoluir, a Academia de Base pode formar melhor os jovens, a Rede de Captação pode encontrar mais talentos, o Departamento Médico pode ajudar na recuperação de lesões e a Preparação Física pode impactar condição, fadiga e risco de lesão. Detalhes sobre o funcionamento de cada sistema serão definidos em outro momento.
As opções abaixo são cumulativas: cada opção inclui as áreas da opção anterior.
Importante: isso não inclui staff ou funcionários específicos para cada área. Uma decisão separada poderá ser criada sobre isso.
16 comentários
FE@fernandovinculou uma ideia a esta decisão: IdeiaCategorias de Base
FE@fernandovinculou uma ideia a esta decisão: IdeiaConstruir do zero, reformar ou ampliar instalações e Estádios
FE@fernandovinculou esta decisão ao item do roadmap: RoadmapInfraestrutura e melhorias do clube
Dúvida genuína: caso seguimos com a opção 4 todos os clubes nasceriam com o mínimo do mínimo de cada infraestrutura? Como você vê/pensa o desenvolvimento e/ou expansão delas?
Isso me traz a dúvida sobre a necessidade de upar o time até X nível (caso o jogador escolha um time de série D, por exemplo, e queira fazer uma campanha até o infinito) ou ele sabe que o mínimo ele terá e a dificuldade dele será só deixar em um patamar de time série A.
@cesarmota não, os níveis de todas as estruturas dos clubes seriam definidos na base de dados. Alguns clubes poderiam começar com níveis maiores e outros menores. Acho que o trade-off na hora de decidir ou não sobre a expansão seria principalmente financeiro. Ter uma estrutura no nível máximo precisaria pesar muito no fluxo de caixa, e apenas alguns clubes muito bem geridos poderiam fazer isso.
@fernando sobre ser definido na base de dados, sim. Mas então existe a possibilidade de um time de baixo nível começar sem CT, ele não necessariamente já começaria com o CT mais básico. Desculpa se não fui claro anteriormente.
E você está perfeito, se desejo fazer uma expansão muito grande devo ser penalizado ou pagar um preço muito alto.
@cesarmota Acho que não seria possível um time começar sem CT, todos teriam essas infraestruturas, nem que seja no nível mais básico.
Por enquanto a opção 1 e a opção 4 (os dois extremos) estão vencendo! Precisamos de mais votos, é só clicar no botão verde "Votar" abaixo, pessoal 😬
eu não sei, mas na minha visão a opção 4 é ótima, porém separar a base da captação como duas areas diferentes de infraestrutura, não me agrada, pois acredito que pode ficar confuso, seria mais interessante se dentro da base tivesse formas de melhor a captação de jovens promessas, ou se essa categoria de captação tiver também a função de achar jogadores pro profissional, tipo olheiros e ai ficaria tipo os olheiros, que melhorando a estrutura você consegue constratar mais e melhores olheiros, dentro disso podem existir olheiros com especialidades então olheiro x é especialista em atletas de juniores o y é bom em achar veteranos o z é ótimo em achar promessas já no profissional, com isso criando uma categoria de scout no ct e dentro do scou ter uma captação da base, porque acho que fica confuso uma categoria só de captação de jovens para a base, daria pra incluir isso nomeio ou da base em si ou do scout
Como o jogo não vai ser voltado para times amadores, times da série D ou que vão ingressar nelas precisam ter essas infraestruturas. Então o nivel 1 poderia ser o mais inferior visto essa tendência.
Independente do nível de detalhe, acho q seria interessante poder automatizar decisões sobre esses tópicos. Vi um video no canal q mostra a possibilidade de escolher patrocinios e cadeiras no estádio. Esse é o tipo de coisa que não me interessa nem um pouco. Gosto do lado de gestão de time, contratação de jogadores e táticas. Pra mim, quanto mais "treinador" melhor, quanto mais "financeiro" pior.
@antoniovdmo Bem notado, mas essa parte que apareceu no vídeo não irá necessariamente ser implementada, é apenas algo que estava testando.
Na minha visão, as opções 2 e 3 são mais equilibradas e não traz um cansaço tão excessivo ao jogar. a 1 é muito simples, a 4 é complexa demais
@fernando Sendo honesto, eu iria por uma opção 5 hahaha. Explicando:
CT + Base + Estádio + Médico
O clube terá três áreas principais:
Resumindo, níveis maiores de departamento e pessoal (se houver) nessas áreas, impacta positivamente cada área (melhores jogadores formados, menor risco de lesão, taxas de evolução técnica maiores, retornos financeiros maiores). E claro, tem que ter impacto financeiro essas melhorias.
Eu queria saber como vai ser a questão da "degradação" das infraestruturas, pois se não a partir de um momento do jogo todos os times terão infraestrutura de topo. Ademais, creio que as infraestruturas devem trazer um impacto gigantes nos times, tanto em evolução, descanso e reputação para com os jogadores, pois uma coisa que eu não gosto muito no FM é a falta de clareza nisso, não sabemos o verdadeiro impacto das infraestruturas na evolução e descanso dos jogadores. Peço desculpas por estar abordando outros tópicos nesse comentário, mas acho uma das partes mais importantes do jogo esse gerenciamento das infraestruturas do time, como um bom Mirassol que investiu em um CT de qualidade, acho que deveria ser um parte importante do jogo para com o player, e a liberdade de mexer com todas as infraestruturas possíveis é necessário.
Votei na opção 1: CT, Base e Estádio.
Aqui eu falo também por experiência própria. Já fui médico de clubes como Madureira-RJ e Avenida-RS, e digo com tranquilidade: uma ruptura de LCA vai afastar um jogador do Olaria por um período muito semelhante ao que afastaria um jogador do Real Madrid.
Um departamento médico melhor pode oferecer mais conforto, acompanhamento, segurança e organização ao atleta. Pode reduzir riscos de complicação, melhorar o controle da recuperação e dar uma estrutura mais adequada. Mas não faz milagre. Não existe investimento capaz de fazer um atleta voltar radicalmente antes do tempo biológico necessário para a recuperação.
Dependendo do organismo, da resposta à cirurgia e de fatores individuais, é perfeitamente possível que o atleta de um clube pequeno volte antes do atleta de um gigante. O escudo e o orçamento não alteram de forma tão drástica o tempo de cicatrização.
Por isso, transformar o departamento médico em uma infraestrutura que reduz significativamente o tempo das lesões me parece artificial. O ganho real existe, mas é marginal. Está muito mais relacionado ao bem-estar, à segurança e à qualidade do acompanhamento do que a uma redução enorme no período de afastamento.
Com a preparação física, a lógica é parecida. Evidentemente existem diferenças de equipamentos, profissionais, monitoramento e capacidade de individualização. Porém, atualmente, a preparação física está bastante nivelada por cima. Mesmo clubes pequenos costumam ter profissionais competentes e métodos que, no resultado prático, não ficam tão distantes dos utilizados pelos grandes clubes.
Não faria sentido, por exemplo, que um grande investimento nessa área transformasse drasticamente a condição física dos atletas, eliminasse a fadiga ou reduzisse de forma exagerada o risco de lesões. Isso criaria um efeito de jogo muito maior do que a diferença observada na realidade.
Na captação, tenho uma ressalva ainda maior. Não adianta o olheiro do Madureira enxergar exatamente o mesmo jovem que o olheiro do Flamengo enxergou. Na hora de escolher, esse atleta provavelmente vai preferir o clube maior, com mais visibilidade, estrutura, torcida, dinheiro e possibilidade de carreira.
É irreal imaginar que um investimento em captação de um clube da Série D possa simplesmente ultrapassar a rede de um grande clube e começar a encontrar talentos que ninguém mais viu. O problema não é apenas descobrir o jogador. É conseguir convencê-lo a assinar.
Por isso, não vejo sentido em transformar captação, departamento médico e preparação física em estruturas com efeitos muito relevantes dentro do jogo. Digo isso até com certa dor no coração, por já ter trabalhado como médico de clubes, mas precisamos ser francos sobre o impacto real dessas áreas.
CT, estrutura da base e estádio são diferentes. Esses três elementos podem realmente mudar o patamar de um clube.
Um CT melhor interfere diretamente na qualidade do treinamento e no desenvolvimento do elenco. Uma boa estrutura de base melhora a formação dos jovens durante anos. Um estádio maior e melhor aumenta receitas, público, capacidade de crescimento e força institucional.
Essas são mudanças estruturais, perceptíveis e capazes de alterar profundamente o futuro do clube. O restante pode até aparecer como detalhe, identidade ou sinal de profissionalização, mas, em termos de efeitos práticos, é muito mais perfumaria do que transformação.
Prefiro três áreas realmente importantes, com impacto claro e bem desenvolvido, do que várias infraestruturas com efeitos artificiais, exagerados ou pouco realistas.
@espositofelipeEspetacular esse comentário. A questão da captação faz total sentido. Essa limitação de material humano na base e a preferência dos jogadores por clubes de maior reputação deve ser levada em consideração. Dessa forma, você só iria de fato começar a ter um bom conjunto de jovens todo ano quando seu clube chegar no topo.
Certa vez, participei de um simpósio em que o médico das categorias de base do Flamengo explicou toda a estrutura nutricional oferecida aos atletas. Falou em isotônicos, carboidratos calculados, reposição individualizada, controle de macronutrientes e uma série de frufrus científicos para otimizar o desempenho.
Aí você vai olhar os jogos: empatam com o América, perdem para o Volta Redonda e ganham do Bangu por um gol de diferença.
Não estou dizendo que nutrição, preparação física e acompanhamento médico não tenham importância. Claro que têm. Mas o impacto prático está muito longe de ser essa coisa quase mágica que alguns imaginam.
Se toda essa estrutura sofisticada gerasse uma vantagem física tão gigantesca, os meninos do Flamengo deveriam simplesmente moer os adversários, especialmente os de clubes menores, que muitas vezes comem pão velho com queijo gordo e treinam com uma estrutura muito inferior.
Mas não é isso que acontece. O futebol continua sendo decidido por talento, organização, qualidade técnica, maturidade, momento do jogo e inúmeras outras variáveis. A diferença entre uma estrutura boa e uma excelente existe, mas geralmente é marginal, não revolucionária.
Por isso, não acho realista transformar esses investimentos em bônus enormes dentro do jogo. Eles podem oferecer pequenos ganhos, mas não deveriam criar superatletas nem fazer um time pequeno se tornar fisicamente incapaz de competir com um grande.
@espositofelipeCom base em todo sua experiência e tudo que vc falou, acredito que se realmente a Opção 4 ser a mais votada, o Fernando pode equilibrar o efeito -causa de cada departamento. Estadio, CT terão um peso maior do que Médico, e isso pode ser definido em percentual. Que nem falou, não adianta tem uma equipe para acompanhamento nutricional se no jogo empatam com o madureira, mas um estadio maior e CT teriam mais impacto no entrosamento, potêncial de crescimento e etc...