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A diretoria deve poder interferir em decisões importantes do clube?

aberta em 07/06/2026, 18:01

Precisamos decidir quanto poder a diretoria deve ter sobre decisões estruturais, financeiras e estratégicas do clube.

Algumas decisões podem ter impacto grande no futuro do clube, como obras caras, expansão de estádio, investimentos em infraestrutura, contratações muito acima do orçamento ou decisões que coloquem o caixa em risco. A pergunta é se o jogador deve ter controle total sobre isso ou se a diretoria deve poder limitar certas ações.

Opção 1
2.96 pontos · 187 votos

Não

Se o clube tiver dinheiro e a regra permitir, o jogador pode tomar decisões sem aprovação da diretoria.

A diretoria pode avaliar resultados e confiança, mas não veta decisões estruturais ou financeiras.

Essa opção dá mais liberdade ao jogador e evita frustração com bloqueios.

Opção 2
3.89 pontos · 187 votos

Sim, mas apenas em situações excepcionais

A diretoria só interfere em casos de emergência ou alto risco, como gastos que possam quebrar o clube, obras muito caras, crise financeira ou decisões claramente fora da realidade do clube.

Na maior parte do tempo, o jogador decide livremente. A diretoria aparece apenas como proteção contra decisões extremas ou incompatíveis com a situação do clube.

Essa opção cria limites sem tirar muita autonomia.

Opção 3
3.27 pontos · 187 votos

Sim, com frequência

A diretoria participa com frequência de decisões estruturais e financeiras, podendo aprovar, limitar ou vetar investimentos, upgrades, expansão de estádio, orçamento e outras decisões importantes.

A confiança no manager, a situação financeira e o tamanho do clube poderiam influenciar o quanto a diretoria interfere.

Essa opção torna a gestão mais realista e restritiva, mas também pode gerar mais frustração se não for muito bem explicada.

Entrar para votar em todas as opções e critérios.

22 comentários

  • CE
    @cesarmota

    Fernando, eu partiria do princípio que o Football Manager tem sobre a sua função (nunca joguei, mas já vi streamers jogando). Então caso o FootSim tenha isso, entendo que poderia ser aplicado os 3 níveis. Obviamente falando de um jogo base completo.

    Então falando de uma versão inicial, eu reduziria o papel do jogador apenas como treinador, onde você precisaria galgar a confiança da diretoria para cada vez mais suas sugestões serem levadas em conta, então tudo que você deseja fazer em escala de time precisaria de autorização da diretoria. Ainda nessa ideia eu te sugiro a criação de múltiplos personagens/agentes dentro do clube, onde para conseguir uma nova contratação você precisa ter a confiança do dirigente, para uma obra/contratação bombástica a do presidente. Talvez seja uma camada de complexidade desnecessária nesse momento, mas aumenta a profundidade do jogo.

  • CI
    @city

    Minha opinião: depende do clube. Tem clube que é conhecido por isso (Real Madrid, mas nem todo presidente e board dura pra sempre... é de se pensar).

    • GU
      @guiidestefanii

      @cityEntendo que cada clube rem sua particular, porém para definição do processo de decisão, precisamos ser mais objetivos. Criar uma dinâmica realista, com um sistema de interferências e etc já será trabalhoso, então, se tiver o sistema, vai ser aplicado para todos. Nesse momento, não é possivel aplicar apenas para os times que na vida real tem essa cultura. E mesmo que fosse, quem vai definir qual é o perfil? Precisaria de diversas pessoas analisando time a time. Supondo que hipoteticamente o Fernando consiga fazer um sistema com diversas jeitos de intensidade, de pouca interferência até muito, nesse momento ele não teria braço para avaliar todos os times, mas poderia pegar as 10 principais ligas e os times maiores, e colocar uma interferência mais agressiva, porque treinar o Palmeiras e Flamengo, não é o mesmo do que o Xv de Piracicaba, por exemplo. Enfim, sendo objetivo, sua resposta, sim ou não, para ter o sistema, essa é a pergunta de agora, como vai ser definido, pode ser discutido futuramente..

  • NI
    @nil

    concordo com o @city

  • CE
    @cesarmota

    Rapazeada, não tem essa de "depende". Ele precisa partir de um ponto inicial, o depende não responde nada. Hahaha

    Por isso, o motivo da votação, para iniciar. Se vai evoluir, se vai ser melhorado, se vai ser mais inteligente é coisa que o futuro do jogo dirá mas para o agora o Fernando precisa de ajuda para definir um ponta pé inicial.

  • GA
    @gabriell

    Creio que isso pode ficar a critério do usuário nas configurações iniciais da carreira, como aquela configuração de não ser demitido que existe no EAFC.
    A interferência da diretoria pode estar ligada diretamente a confiança dela no técnico, caso o trabalho esteja agradando e atingindo as expectativas a autonomia pode ser maior e as decisões mais definitivas, caso a confiança esteja baixa a diretoria pode insistir em tentar interferir nas decisões ou negar pedidos do técnico.

  • SE
    @sergio

    É simples de resolver: Modos de jogo. Crie o normal e o dificil, no dificil ela interfere, é mais dificil contratação dependendo do seu time... assim por diante

    • CE
      @cesarmota

      @sergio não é simples de resolver porque criar dois modos de jogos é muito complexo e trabalhoso, cara. É um desenvolvimento, isso mexe com várias camadas de interferência.

      Criar um novo jogo - como já disse em outro comentário - é quase criar um jogo do zero tendo só o esqueleto.

    • SA
      @samlcp

      @cesarmotaA rapazeda esquece disso, tá achando que é uma publisher como EA desenvolvendo o jogo. É uma cara só minha gente, botem a mão na consciência.

    • CE
      @cesarmota

      @samlcpExato, mano. Sei que a participação da comunidade é importante, mas tem gente que só pede, não lê nada da comunidade, não vai entender o que o Fernando já falou sobre o jogo.

      Só sabem pedir e pedir... Ninguém tem obrigação nenhuma de entender de desenvolvimento de sistemas, de jogos e tal. Mas com um pouco de noção da pra filtrar o que vai digitar.

    • SE
      @sergio

      @cesarmota kkkk Eu não posso julgar a capacidade do desenvolvedor em criar pro jogo dele, ele faz o que está no alcance dele, as vezes uma ideia impossível pode fazer ele pensar em algo que ele nunca pensou antes. Quando uma pessoa pensa pequeno é inútil oferecer algo grande. O projeto footsim é uma oportunidade de fazer diferente

    • CE
      @cesarmota

      @sergio tá acompanhando legal o projeto então porque o Fernando já falou diversas vezes que não é desenvolvedor. Eu nunca falei que a ideia é impossível, é bem possível. Vocês só não colocam na balança o esforço que isso precisa ser feito.

  • RE
    @rengavseven

    creio que uma interferencia da diretoria seria bem vinda em casos muito especificos, como gastar um valor muito alto para a realidade do clube, ou para uma venda de uma lenda do clube. mas nada mais que isso, para não tirar o "poder" da mão do jogador

    • BE
      @bernardo

      @rengavsevenGosto bastante desse meio termo, devido ao aspecto realista que leva para a jogabilidade do que é uma "simulação"

  • BA
    @baliza

    eu dei uma ideia de niveis de realismo, acredito que esse seria o exemplo perfeito poderiam ter as 3, porém elas acontecem em diferentes niveis quando você seleciona o nivel de baixo realismo a diretoria não fala nada e ta de boa, no normal tem essa limitação ou eles passando por cima de você, mas é raro apenas em situações especificas, e no nivel realista pode ser algo tipo tudo que você faz tem que ser aprovado e direto a diretoria vai barrar suas decisões se você jogar com um estilo de jogo que a diretoria não aprova você vai se dar mal com eles e a relação vai ficar pior

  • PE
    @pedrosim

    Acho que depende muito de sua fase no time e confiança da diretoria

  • PK
    @pkmedeiros95

    Sinceramente, pra mim, isso deixa complexo, ai ideia é gerir o elenco, essas ideias de infraestruturadeixa muito complexo, gosto do jeito igual do brasfoot, tem as expansões de estadios e os emprestimos sendo simples

    • SA
      @samlcp

      @pkmedeiros95Então permaneça jogando Brasfoot, e não é sendo grosseiro. Eu particularmente mesmo com um lançamento do FootSim, continuaria jogando Brasfoot, pelo quão rápido e simplista ele é quando eu estivesse buscando algo mais rápido e leve. E quando for algo que eu quero pensar um pouco mais, com um pouco mais de tempo, mas nem tanto a ponto de virar um trabalho como é jogar um FM, eu vou pro FootSim

  • MA
    @martins

    Para mim existem times diferentes com confianças diferentes de técnico para técnico. Um time que está numa seca de títulos, querendo pelo menos um acesso para um campeonato continental vai ser mais exigente com 'você' e não vai deixar você fazer qualquer coisa. Agora um time que está numa posição razoavel com tendência a crescer no campeonato e com mais confiança no jogador vai ser mais flexível nesse quesito.

  • SA
    @samlcp

    Particularmente, a intereferência da diretoria deve ser simples e direta, pensando em um balanço entre realismo e fluidez do jogo. Que é barrar decisões que financeiramente afetem a saúde do clube. No FM isso é mais invasivo, principalmente quando falamos de melhorias de infraestrutura e pessoal, mas sendo honesto é tanta flexibilidade lá no que tange contratações, que você consegue contornar bastante coisa. Já no Brasfoot, isso é um ponto fora da curva, pois o único momento em que a diretoria perde confiança, é quando você perde muitos jogos ou então quando começa a ficar negativo, e a intervenção é sempre a mesma, demissão. Ou seja, você pode gastar todo seu dinheiro melhorando o estádio, que talvez ainda passe uns 5 jogos sem que nada aconteça (se você não tiver como recuperar o dinheiro).

    A opção 2 pra mim é a mais viável, é um balanço bom. Sempre pensando que o FootSim deve ser o meio termo entre fluidez e complexidade.

  • ES
    @espositofelipe

    Sou favorável à opção “Não”.

    Por mais que o jogo seja um simulador, a fantasia central de um manager é justamente ter liberdade para tomar as decisões do clube. Se começarmos a colocar vetos da diretoria em contratações, obras, expansão de estádio, infraestrutura e investimentos, o jogador deixa de construir a própria história e passa apenas a escolher entre trilhos previamente autorizados.

    E isso é chato.

    A graça está justamente em poder fazer suas maluquices e depois aguentar as consequências. Quer gastar quase todo o caixa em um craque? Pode. Quer aumentar o estádio antes da hora? Pode. Quer apostar em uma estrutura incompatível com o momento do clube? Pode também. Se a decisão der certo, o mérito é do jogador. Se der errado, ele assume o prejuízo, perde rendimento, afunda o caixa, perde a confiança do conselho e pode até ser demitido.

    Esse sistema gera histórias muito mais interessantes do que uma simples mensagem dizendo: “A diretoria não autorizou”. O jogo não precisa impedir o erro. Ele precisa fazer o erro ter consequências.

    A diretoria pode alertar, aconselhar e demonstrar insatisfação. Pode avisar que a decisão é arriscada, que comprometerá o caixa ou que não combina com os objetivos do clube. Isso adiciona contexto e pressão sem retirar a autonomia do jogador.

    Na prática, é como se o jogador fosse o dono da SAF e o técnico ao mesmo tempo, com liberdade para comandar o projeto, mas também com o ônus de poder ser demitido se fizer besteira, kkk.

    O dinheiro disponível, as regras do jogo e as consequências posteriores já são limites suficientes. Criar vetos artificiais não aumenta necessariamente o realismo. Muitas vezes, apenas aumenta a frustração.

    Um bom simulador não precisa proteger o jogador das próprias decisões. Precisa permitir que ele experimente, arrisque, acerte, erre e construa uma história única. Liberdade para fazer, responsabilidade para responder.

  • TI
    @tinho

    Prefiro a opção NÃO, pra um jogo mais simples e fácil de entender. Acho a diretoria no FM muitas vezes irritante e repetitiva.

    Acho que a diretoria estaria julgando o treinador sempre, e o demitindo quando muito insatisfeita. Mas seria interessante se os critérios de cada clube sejam diferentes. Por exemplo:

    • Alguns clubes são mais impacientes e demitem mais técnicos como Chelsea, enquanto o Liverpool é mais pacientes com uma sequência ruim de resultados.

    • Estilo de jogo. Diretorias como do Barcelona exigiriam um estilo de mais posse de bola.

    • Contratações. Alguns clubes preferem contratar jovens, jogadores com alta reputação, ou de nacionalidades específicas.

    Então, a diretoria não iria interferir mas o jogador seria demitido se ignorar completamente a cultura do clube.

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