O manager escolhe como o clube vai organizar a captação de jovens a cada temporada.
Por exemplo, o clube poderia fazer um intake anual maior, mais barato por jogador e mais generalista, ou realizar ações menores ao longo do ano, com custo mais distribuído e maior chance de buscar perfis específicos, como posição, idade, região ou estilo de jogador.
Essa opção transforma a entrada de jovens em uma decisão estratégica. Um clube menor talvez prefira fazer poucas ações por falta de dinheiro (ou até mesmo nenhuma ação, caso queira economizar e só buscar jogadores jovens de outra forma pelo mercado - por exemplo, com scouting). Um clube formador poderia investir em captação recorrente. Um clube precisando de uma posição específica poderia organizar ações mais direcionadas.
O ponto principal é que não existe uma opção sempre melhor:
- o intake anual seria mais simples, concentrado e amplo;
- ações periódicas poderiam ser mais flexíveis e específicas;
- ambas teriam custos, riscos e resultados diferentes.
Essa é a opção mais profunda, porque dá mais controle ao jogador, mas também exige mais balanceamento para não virar microgerenciamento.
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FE@fernandovinculou uma ideia a esta decisão: IdeiaCategorias de Base