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Como deve funcionar a visibilidade dos atributos dos jogadores?

aberta em 11/05/2026, 18:19

Uma decisão importante para o FootSim é definir o quanto o jogador deve saber sobre os atributos dos atletas.

Em alguns jogos, todos os atributos ficam visíveis desde o início. Isso deixa o jogo mais direto, rápido e fácil de comparar, mas também pode tornar o mercado previsível demais.

Em outros jogos, como Football Manager, os atributos de muitos jogadores aparecem escondidos ou em faixas aproximadas. Isso adiciona incerteza e torna scouting mais importante, mas também pode deixar o jogo mais lento ou menos direto para quem prefere uma experiência mais simples.

Esta decisão trata apenas da visibilidade dos atributos depois que um jogador já é conhecido ou aparece para o usuário. A forma de descobrir jogadores, buscar nomes desconhecidos ou usar olheiros será definida em outra decisão.

Opção 1

Atributos sempre visíveis

3.67 pontos · 57 votos

Todos os atributos dos jogadores ficam visíveis assim que o jogador aparece para o usuário.

Isso significa que, se um jogador existe na tela de elenco, mercado, busca ou perfil, seus atributos principais aparecem com números exatos.

Essa opção deixa o jogo mais direto e rápido:

  • comparar jogadores é simples;
  • contratar é menos burocrático;
  • o jogador não precisa esperar relatórios;
  • o jogo fica mais próximo da simplicidade do Brasfoot.

O ponto negativo é que isso pode deixar o mercado mais previsível. Se todos os números estão visíveis, o jogador pode simplesmente filtrar os melhores atributos e encontrar rapidamente os melhores nomes.

Importante: esta opção não decide como jogadores são descobertos. Ainda pode existir um sistema separado em que certos jogadores só aparecem na busca depois de serem encontrados, observados ou revelados por algum mecanismo de scouting. Mas, uma vez que o jogador aparece, os atributos ficam visíveis.

Opção 2

Atributos ocultos ou em faixas

4.04 pontos · 57 votos

Os atributos dos jogadores não ficam sempre visíveis com números exatos.

Jogadores do seu próprio clube seriam 100% conhecidos. Já jogadores de outros clubes, ligas ou países poderiam aparecer com:

  • atributos ocultos;
  • atributos em faixas largas;
  • atributos em faixas menores conforme o conhecimento aumenta;
  • informações mais completas depois de scouting, observação ou partidas contra eles.

Essa opção cria mais incerteza e torna contratações menos óbvias. Ela também evita que o jogador resolva o mercado apenas filtrando números perfeitos.

O ponto negativo é que pode deixar o jogo menos direto e mais complexo como o Football Manager.

Entrar para votar em todas as opções e critérios.

11 comentários

  • FE@fernandovinculou uma ideia a esta decisão: IdeiaScouting e atributos com informação imperfeita (escondidos)

  • GL
    @glaubernascimento

    Penso que podemos pensar num misto das duas opções. Imagine o ATA Ronaldo fenomeno - se o jogador já está estabelecido no cenário, não vejo problemas em ver todas as caracteristicas, pq já sabemos oq esperar dele. Já sobre o ATA Zezinho, que tem vários gols na Serie B, esse precisa ser mais bem observado - e com isso a rede de olheiros e comição técnica tem de fazer o trabalho para ir diminuindo o GAP de analis ( entre 10 - 30 de potencial ) e quanto mais se observa menor essa diferença, até que se tenha certeza.

  • DE
    @delima· editado

    Acho que se não for complicar demais, poderia deixar escolher um dos dois ao criar o save. Mas desde já, prefiro a opção 2.

  • GA
    @gabiecfc

    Concordo com o Glauber.

    Eu acredito que poderíamos ver os atributos de todos que jogam na mesma liga, e alguns das outras.

  • CI
    @city

    De acordo com o Glauber também. Estabelecer olheiros em certas ligas para se ter noção de que jogadores estarão mais observados e "na lista de preferências para as transferências" assim como jogadores desconhecidos que vão passar por um critério rigoroso, assim como um atributo de "se encaixa no perfil tático" talvez...

  • ES
    @espositofelipe

    Concordo integralmente com o Glauber. A proposta dele resolve o falso dilema entre "Brasfoot simples" e "Football Manager complexo", porque parte de uma constatação realista: na vida real, a informação sobre jogadores não é uniformemente opaca, ela é proporcional à exposição. Ninguém precisa de olheiro para saber quanto vale o Vinicius Jr., mas todo mundo precisa de olheiro para avaliar o lateral da Série C de 19 anos.

    A sacada que eu acrescentaria ao raciocínio dele é a seguinte: o eixo certo para modular a visibilidade não é "do meu clube" versus "dos outros clubes", e sim exposição midiática e competitiva do jogador. Ou seja, o atributo invisível não deveria ser função de quem é o dono, mas de quanto aquele atleta já produziu evidência pública sobre si mesmo.

    Isso gera uma regra elegante e única, mais ou menos assim: cada jogador tem um índice de exposição, que cresce com minutos em divisões de visibilidade alta (Série A, Libertadores, seleções), gols, assistências, convocações, idade de carreira, premiações individuais. Quanto mais alto esse índice, mais estreita é a faixa de incerteza dos atributos para todos os usuários do jogo, independentemente do clube em que ele esteja. O Ronaldo Fenômeno teria faixa zero (atributos exatos visíveis para o mundo todo). O Zezinho da Série B teria faixa larga (digamos mais ou menos 15 pontos). O garoto sub-17 que ninguém viu jogar teria faixa larguíssima ou atributos totalmente ocultos.

    Por cima disso entra a camada do Glauber: scouting, observação direta, partidas contra o jogador e tê-lo no próprio elenco reduzem a faixa individualmente para aquele usuário. Ou seja, todo mundo enxerga o Zezinho com mais ou menos 15 de incerteza por padrão, mas o usuário que mandou três olheiros observá-lo durante seis meses passa a enxergá-lo com mais ou menos 3.


    Três vantagens práticas dessa formulação:

    A primeira é que ela elimina automaticamente a artificialidade de "joia escondida no próprio país". Hoje, em muitos jogos, é estranho que o técnico do Grêmio precise de olheiro para avaliar um meia do Juventude que joga na mesma divisão. Com o índice de exposição, a informação local de baixa visibilidade midiática continua opaca, o que é realista.

    A segunda é que ela cria gameplay emergente sem complicar a interface. O usuário casual que só quer contratar craques estabelecidos vê números exatos e joga rápido, como no Brasfoot. O usuário que quer minerar talento desconhecido tem um jogo inteiro de scouting para explorar, como no Football Manager. As duas experiências coexistem no mesmo sistema, sem precisar de modo "fácil" versus "difícil".

    A terceira, e talvez a mais relevante para o equilíbrio econômico do jogo, é que a previsibilidade do mercado deixa de ser um problema binário. Craques caros e visíveis permanecem caros e visíveis (sem distorção econômica). A oportunidade de barganha fica concentrada exatamente onde ela deveria estar: nos jogadores de baixa exposição, onde o trabalho de scouting do usuário gera vantagem competitiva legítima.

  • TI
    @tiagoros

    Também concordo com o Glauber

  • QU
    @quaresma55

    Os atributos de altura e peso serão levados em conta também?

  • RA
    @ramostoteles· editado

    Concordo com Glauber e DE@delima

  • PA
    @paulofut

    Acredito que pode ter os atributos de habilidade e tecnicos do jogador liberados. Para deixar o jogo interessante, seria legal ocultar a porcentagem de adaptação dele a posições.

    Ex: Neymar tem afinidade 90% com a ponta esquerda e Meio atacante 80%, mas antes de contratar ele, só vemos essa afinidade nessa posição, nas outras, tudo está ocultado até contratarmos ele.

  • JU
    @juninho

    Concordo com o Glauber

  • SA
    @saullinho2008

    Creio que nessa parte tem que ser igual o FM

    Jogadores famosos você sabe tudo dele.

    E ter como o jogador escolher se vai jogar com faixas ou tudo liberado

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